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1. DICAS PARA QUEM QUER SEGUIR A TRILHA • Antes de se iniciar em qualquer atividade física consulte um médico. Sua saúde deve estar sempre em primeiro lugar. • Jamais entre numa trilha sozinho. Mesmo em grupo, o ideal é contratar uma empresa ou guias de turismo. • Use tênis ou bota (de caminhada) leve e confortável, com ranhuras na sola, para garantir estabilidade e evitar escorregões. Se o sapato for novo, use bastante para "amaciar" antes de encarar uma trilha. • Carregue seus pertences numa mochila. Ela distribui o peso uniformemente nas costas e deixa as mãos livres. Não exagere no peso. Uma mochila de 20 litros é suficiente para caminhadas de até um dia. • Mantenha-se hidratado. Nunca cometa o engano de achar que suar faz perder peso. Você só perde água e pode se desidratar. • Leve lanche. Algo leve e energético, como barras de cereal, frutas, sanduíches e frutas secas. Evite alimentos que precisem ficar no gelo, como chocolate e iogurte. • Mesmo em dias de céu limpo, não dispense a capa de chuva. No verão, há sempre risco de tempestade no fim do dia. O ideal é usar um abrigo impermeável, que protege contra chuva e vento. • Boné e filtro solar são indispensáveis. Óculos de sol são bem-vindos. • Repelente é item básico para caminhar, principalmente em trilhas com cachoeiras e açudes. • Prefira calças compridas a bermudas. Elas protegem do sol, do vento frio, da vegetação e dos mosquitos. • Use roupas de tecidos finos, leves e que sequem rápido, como tactel e Supplex. • Leve lanterna (com pilhas novas), principalmente em trilhas à tarde. É fácil perder a noção do tempo. • Em caso de raios, saia imediatamente das partes mais altas da montanha, não fique sob árvores. Procure sair rapidamente do local. • Antes de sair de casa, avise sempre aonde está indo. Se a trilha começar em um parque, avise a segurança. • Deixe a carteira em casa. Leve os documentos em um saquinho plástico. • Traga sempre um saco plástico e recolha seu lixo, depositando nas caçambas de coleta. • Respeite a natureza. Não jogue lixo nas trilhas.
2. Quanto ao grau de dificuldade
1 Leve É necessário apenas boa saúde. 2 Moderada Requer atividade física como caminhada de 3 a 7 horas ao dia. 3 Pesada Requer condicionamento físico, pois as trilhas podem ser longas, acidentadas e/ou cansativas
As mais belas Trilhas do Rio de Janeiro © : Pedra da Gávea Pedra Bonita Bico do Papagaio Pico da Tijuca Pedra do Quilombo Açude do Camorim Corcovado Morro da Cocanha Morro da Urca Cachoeiras do Mendanha Serrilha do Papagaio Cachoeiras de Mucuíba Cachoeiras do Horto Mirante do Caeté (Prainha) Morro dos Cabritos (Prainha) Costão de Itacoatiara (Niteroi) Alto Mourão (Niteroi) Pedra do Macaco (Marica) Morro do Silvado (Marica) Espraiado (Marica) Pedra do Sino (Teresópolis) Castelos do Açu (Petrópolis) Portais de Hércules (Petrópolis) Morro do Retiro (Petrópolis) Peito do Pombo (Casimiro de Abreu) Cão Sentado (Nova Friburgo) Praias Selvagens (Guaratiba) Pedra da Tartaruga (Guaratiba)
6. Picada de Cobra:
Primeiros Socorros: • Lavar o local da picada de preferência com água e sabão; • Não fazer torniquete: impedindo a
circulação do sangue, você pode causar gangrena ou necrose; • Não furar, não cortar, não queimar, não espremer, não fazer sucção no
local da ferida e nem aplicar folhas, pó de café ou terra sobre ela para não
provocar infecção; • Não dar à vítima pinga, querosene, ou fumo, como é costume em algumas
regiões do país; • Levar a vítima imediatamente ao serviço de saúde
mais próximo para que possa receber o tratamento em tempo; • Levar, se possível, o animal agressor,
mesmo morto, para facilitar o diagnóstico; • Lembrar que nenhum remédio caseiro substitui o soro antipeçonhento.
• Qualquer medicamento que seja deve ser receitado SOMENTE por MÉDICOS!
Av. Ayrton Senna, 2000, Barra da Tijuca.
Av. Brigadeiro Trompovsky, s/n. UFRJ - subsolo, sala SSNO2, Ilha do Fundão
R. Carlos Seidel, Caju
Rua do Prado s/n - Santa Cruz
R. Marques do Parana, 303 - Centro
Primeiros Socorros: • Em caso de acidente, provocado por múltiplas picadas de abelhas ou
vespas, levar o acidentado rapidamente ao hospital e alguns dos
insetos, se possível, que provocaram o acidente. • A remoção dos ferrões pode ser feita raspando-se com lâminas,
evitando-se retirá-los com pinças, pois provocam a compressão dos
reservatórios de veneno, o que resulta na inoculação do veneno ainda
existente no ferrão.
• Qualquer medicamento que seja deve ser
receitado SOMENTE por MÉDICOS!
Av. Ayrton Senna, 2000, Barra da Tijuca.
Av. Brigadeiro Trompovsky, s/n. UFRJ - subsolo, sala SSNO2, Ilha do Fundão
R. Carlos Seidel, Caju
Rua do Prado s/n - Santa Cruz
R. Marques do Parana, 303 - Centro
Primeiros Socorros: • Lavar o local da picada de preferência com água e sabão; • Levar a vítima imediatamente ao serviço de saúde
mais próximo para que possa receber o tratamento em tempo; • Se possível, levar o animal para identificação
•
Qualquer medicamento que seja deve ser receitado SOMENTE por MÉDICOS!
Av. Ayrton Senna, 2000, Barra da Tijuca.
Av. Brigadeiro Trompovsky, s/n. UFRJ - subsolo, sala SSNO2, Ilha do Fundão
R. Carlos Seidel, Caju
Rua do Prado s/n - Santa Cruz
R. Marques do Parana, 303 - Centro
Muitas pessoas receiam ir à floresta com medo de contrair o dengue. Imaginam que lá seria o local ideal para ser picado pelo mosquito transmissor da doença que já causa pânico na população e com muita razão, pois o mosquito parece aumentar o seu poderio a cada ano.
Pererecas, sapos e rãs - Vivem nas bromélias e na água, ou onde a umidade
é constante. Apesar dos seus esforços, não conseguem ser muito eficientes,
mas colaboram no que podem.
Fonte: Instituto Terra Brasil
A escolha da mochila certa exige atenção. A mochila ideal é aquela que mais se adapta às suas atividades e à sua estrutura física. Conhecer bem as regulagens e saber arrumá-las da melhor forma são detalhes que aumentam a harmonia de seu relacionamento com o equipamento e lhe permitem desfrutar melhor as facilidades que ele lhe oferece. A variedade de modelos, cores, tamanhos e preços pode confundir. Preste atenção aos seguintes itens:
O tamanho de uma mochila é determinado pela sua capacidade em litros. Isso sempre soa muito abstrato para quem está pouco familiarizado com o assunto e pode não significar absolutamente nada para quem está comprando sua primeira mochila. As pequenas em geral têm capacidade para 25 a 40 litros. A capacidade das médias varia de 45 a 60 e as grandes, também chamadas de cargueiras podem carregar de 60 a 90 litros. Pense primeiro em que atividade você vai estar realizando com a mochila. Existem mochilas especiais para bike, montanhismo ou caminhadas. Se você precisa de uma mochila polivalente, é melhor optar por uma média com bons recursos de regulagem. É preciso manter a carga bem firme mesmo quando a mochila não estiver totalmente cheia. Também é bons ter opções para atar isolantes e outros acessórios à estrutura externa da mochila. Tenha sempre em mente que encher demais uma mochila pode comprometer sua durabilidade.
Materiais mais
resistentes e acabamento de melhor qualidade podem custar um pouco mais na
hora da compra, mas tendem a durar mais. Atualmente as mochilas estão
bastante evoluídas e apresentam uma série de soluções específicas para as
atividades às quais se destinam. Por isso é melhor não tentar comparar o
preço da "pequenina" com o da "grandona".
Bolsos laterais e traseiros são interessantes para separar a bagagem e manter determinados itens sempre à mão. Entretanto, bolsos externos podem se enroscar facilmente quando se caminha em mata fechada ou atrapalhar a locomoção em lugares muito movimentados como rodoviárias e aeroportos. O ideal é que a mochila seja mais estreita que seus ombros, mais baixos que sua cabeça e tenha perfil achatado sem bolso traseiro. Os modelos com bolsos destacáveis, que podem ser usados como pequenas mochilas de ataque são muito interessantes.
Mochilas modernas têm
várias regulagens e é fundamental conhecer suas funções para poder
adequá-las a cada situação. Conhecer os detalhes de sua mochila e saber
fazer a regulagem correta pode salvar uma viagem. Com exceção da regulagem
dorsal, todas as outras devem ser ajustadas toda vez que se veste a mochila,
pois dependem da carga, do terreno, da roupa e até do humor do dono
Fonte: Revista Outdoor
11. Como distribuir o peso na mochila O bom equilíbrio da mochila nas costas é fundamental para o conforto e desempenho do usuário. A distribuição dos equipamentos na mochila muda de acordo com a atividade a ser praticada: Caminhadas leves (terrenos suaves e descampados): coloque o material pesado o mais alto possível e perto das costas., de forma a manter o centro de gravidade da carga na altura dos ombros. Caminhadas médias (terrenos acidentados e trilhas em mata) e escaladas: em situações que exigem passos altos, pulos, agachamentos e balanços laterais, o centro de gravidade deve ser baixado para a altura do meio das costas e próximo à mesma. Uma mochila grande, com centro de gravidade alto, pode derrubar seu dono durante um agachamento. A colocação do material mais pesado no lugar certo também facilita a operação de colocar e tirar a mochila sem ajuda. Caminhadas difíceis (terreno muito acidentado e mata fechada) e grandes cargas: em expedições pela mata atlântica ou aproximações de grandes montanhas, pode-se colocar o equipamento pesado no fundo da mochila, o que permite maior liberdade de movimentos e,conseqüentemente, menor desgaste físico durante a jornada.
Centro de Gravidade Material Leve Saco de Dormir Material Pesado
Fonte: Revista Outdoor
12.
Como se proteger de raios
1. Em lugares de altitude como montanhas e morros a
probabilidade de ser atingido por um raio é muito maior. Descer durante a
tempestade é arriscado, mas mesmo assim se houver condições desça de forma
rápida mas sem descuidar da sua segurança durante o caminho. Permanecer no
topo é muito pior. 2. Tente sair do lugar antes da tempestade começar, isso
evita o pior, ter que descer com raios caindo. Observe as nuvens, a
velocidade do vento tanto na altitude onde você está quanto no nível das
nuvens. Uma bússola pode ajudar nesse momento, aqui no Rio de Janeiro,
ventos Sudoeste indicam aproximação de uma tempestade, portanto ao detectar
formações de nuvens e a presença deste vento cancele a subida/escalada e
procure descer. 3. Evite qualquer área descampada, como praias, campos,
botes; e não fique embaixo de árvores. Nesses locais a probabilidade de um
raio usar você como caminho para atingir o solo é muito grande. 4. Caso esteja em uma área descampada evite permanecer
de pé, mas também não deite no chão, nessas posições as suas chances de ser
atingido aumentam. A posição correta é ficar abaixado e colocar a cabeça
entre os joelhos, formando uma posição mais esférica e menos alta, o que o
tornaria menos vulnerável – a posição pode ser vista no desenho abaixo:
5. Caso estejam em grupo mantenham-se afastados uns dos
outros. Isso evita que mais de uma pessoa seja atingida se um raio cair
sobre alguém. 6. Em muitas ocasiões, durante uma tempestade, uma
pessoa pode sentir que vai ser atingida por um raio, porque a pele começa a
formigar e os pelos do corpo se eriçam. Caso isso aconteça não pense duas
vezes, faça os indivíduos do grupo de afastarem uns dos outros e se
abaixarem como na figura acima. Isso deve ser rápido e feito de forma
automática, questionamentos numa situação dessas podem fazer alguém de
vítima. 7. Barracas não protegem ninguém contra raios, as
melhores proteções são construções com pára-raios e automóveis com os vidros
fechados. Prefira ficar fora da barraca em uma posição mais baixa (algo como
um vale). 8. Fique longe de qualquer objeto de metal – cercas,
postes de fiação, antenas… Cuidado ao carregar bastões de caminhada, bastões
de ski ou varas de pescar, esses objetos podem servir como um “pára-raio”
indesejado… 9. Não use aparelhos eletrônicos de comunicação, tais
como celulares e rádios. 10. É possível prever mais ou menos a distância entre
você e a tempestade usando uma técnica simples. Ao ver um raio caindo comece
a contar os segundos, quando você ouvir um trovão pare a contagem e
multiplique o tempo contado (em segundos) por 300. O resultado será a
distância em metros entre você e a tempestade. Isso acontece por que o som
viaja a uma velocidade de 300 metros/segundo. Assim basta contar os segundos
e fazer a conta para saber qual a distância. Um detalhe curioso, raios podem
cair a uma distância de até 15KM do local da tempestade, portanto cuidado… Fonte: CBME -
Confederação Brasileira de Montanhismo e
Escalada
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