1. Dicas para quem quer seguir a trilha
  2. Quanto ao grau de dificuldade
  3. Quanto a intensidade
  4. Quanto ao nível técnico.
  5. Trilhas do Rio de Janeiro
  6. Primeiros Socorros (Picada de Cobra)
  7. Primeiros Socorros (Abelhas ou Vespas)
  8. Primeiros Socorros (Escorpiões e Aranhas)
  9. Dengue x Floresta

 

 

 

 

 

 

1. DICAS PARA QUEM QUER SEGUIR A TRILHA

• Antes de se iniciar em qualquer atividade física consulte um médico. Sua saúde deve estar sempre em primeiro lugar.

Jamais entre numa trilha sozinho. Mesmo em grupo, o ideal é contratar uma empresa ou guias de turismo.

• Use tênis ou bota (de caminhada) leve e confortável, com ranhuras na sola, para garantir estabilidade e evitar escorregões. Se o sapato for novo, use bastante para "amaciar" antes de encarar uma trilha.

• Carregue seus pertences numa mochila. Ela distribui o peso uniformemente nas costas e deixa as mãos livres. Não exagere no peso. Uma mochila de 20 litros é suficiente para caminhadas de até um dia.

• Mantenha-se hidratado. Nunca cometa o engano de achar que suar faz perder peso. Você só perde água e pode se desidratar.

• Leve lanche. Algo leve e energético, como barras de cereal, frutas, sanduíches e frutas secas. Evite alimentos que precisem ficar no gelo, como chocolate e iogurte.

• Mesmo em dias de céu limpo, não dispense a capa de chuva. No verão, há sempre risco de tempestade no fim do dia. O ideal é usar um abrigo impermeável, que protege contra chuva e vento.

• Boné e filtro solar são indispensáveis. Óculos de sol são bem-vindos.

• Repelente é item básico para caminhar, principalmente em trilhas com cachoeiras e açudes.

• Prefira calças compridas a bermudas. Elas protegem do sol, do vento frio, da vegetação e dos mosquitos.

• Use roupas de tecidos finos, leves e que sequem rápido, como tactel e Supplex.

• Leve lanterna (com pilhas novas), principalmente em trilhas à tarde. É fácil perder a noção do tempo.

• Em caso de raios, saia imediatamente das partes mais altas da montanha, não fique sob árvores. Procure sair rapidamente do local.

• Antes de sair de casa, avise sempre aonde está indo. Se a trilha começar em um parque, avise a segurança.

• Deixe a carteira em casa. Leve os documentos em um saquinho plástico.

• Traga sempre um saco plástico e recolha seu lixo, depositando nas caçambas de coleta.

Respeite a natureza. Não jogue lixo nas trilhas.

 

 

 

 

2. Quanto ao grau de dificuldade

  • Esse tipo de classificação é bastante subjetivo pois o grau de dificuldade varia de pessoa para pessoa, dependendo basicamente do condicionamento físico e peso da eventual bagagem (mochila) carregada.

 

 

 

 

 

 

 

3. Quanto à intensidade:

1  Leve

É necessário apenas boa saúde.

 2  Moderada

Requer atividade física como caminhada de 3 a 7  horas ao dia.

 3  Pesada

Requer condicionamento físico, pois as trilhas podem ser longas, acidentadas e/ou cansativas

 

 

 

 

4. Quanto o nível técnico:

  1. Fácil

  2. Com obstáculos naturais

  3. Exige habilidade específica

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5. Trilhas do Rio de Janeiro:

As mais belas Trilhas do Rio de Janeiro © : Pedra da Gávea  Pedra Bonita  Bico do Papagaio  Pico da Tijuca

Pedra do Quilombo  Açude do Camorim  Corcovado  Morro da Cocanha  Morro da Urca  Cachoeiras do Mendanha  Serrilha do Papagaio  Cachoeiras de Mucuíba  Cachoeiras do Horto  Mirante do Caeté (Prainha)  Morro dos Cabritos (Prainha)  Costão de Itacoatiara (Niteroi)  Alto Mourão (Niteroi)  Pedra do Macaco (Marica)  Morro do Silvado (Marica)  Espraiado (Marica)  Pedra do Sino (Teresópolis)  Castelos do Açu (Petrópolis)  Portais de Hércules (Petrópolis)  Morro do Retiro (Petrópolis)  Peito do Pombo (Casimiro de Abreu)  Cão Sentado (Nova Friburgo)  Praias Selvagens (Guaratiba)  Pedra da Tartaruga (Guaratiba)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

6. Picada de Cobra:

 

Primeiros Socorros:
 

•  Lavar o local da picada de preferência com água e sabão;

•  Não fazer torniquete: impedindo a circulação do sangue, você pode causar gangrena ou necrose;

•  Não furar, não cortar, não queimar, não espremer, não fazer sucção no local da ferida e nem aplicar folhas, pó de café ou terra sobre ela para não provocar infecção;

•  Não dar à vítima pinga, querosene, ou fumo, como é costume em algumas regiões do país;

•  Levar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo para que possa receber o tratamento em tempo;

•  Levar, se possível, o animal agressor, mesmo morto, para facilitar o diagnóstico;

•  Lembrar que nenhum remédio caseiro substitui o soro antipeçonhento.

• Qualquer medicamento que seja deve ser receitado SOMENTE por MÉDICOS!


Postos de Atendimento

- Lourenço Jorge (Barra da Tijuca) 2431-1244 / 1818

Av. Ayrton Senna, 2000, Barra da Tijuca.


- Fundão (21) 2562-2562

Av. Brigadeiro Trompovsky, s/n. UFRJ - subsolo, sala SSNO2, Ilha do Fundão


- Inst Est de Infectologia São Sebastião (Caju) - 2580-8782

R. Carlos Seidel, Caju


- Hospital Estadual Pedro I (Santa Cruz) 2395-1202

Rua do Prado s/n - Santa Cruz


- Antonio Pedro (Niteroi) 2717-0148

R. Marques do Parana, 303 - Centro



Fonte: Instituto Vital Brasil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

7. Abelhas ou Vespas:

 

Primeiros Socorros:
 

•  Em caso de acidente, provocado por múltiplas picadas de abelhas ou vespas, levar o acidentado  rapidamente ao hospital e alguns dos insetos, se possível, que provocaram o acidente.

•  A remoção dos ferrões pode ser feita raspando-se com lâminas,  evitando-se retirá-los com pinças, pois provocam a compressão dos reservatórios de veneno, o que resulta na inoculação do veneno ainda existente no ferrão.

 • Qualquer medicamento que seja deve ser receitado SOMENTE por MÉDICOS!




Postos de Atendimento

- Lourenço Jorge (Barra da Tijuca) 2431-1244 / 1818

Av. Ayrton Senna, 2000, Barra da Tijuca.


- Fundão (21) 2562-2562

Av. Brigadeiro Trompovsky, s/n. UFRJ - subsolo, sala SSNO2, Ilha do Fundão


- Inst Est de Infectologia São Sebastião (Caju) - 2580-8782

R. Carlos Seidel, Caju


- Hospital Estadual Pedro I (Santa Cruz) 2395-1202

Rua do Prado s/n - Santa Cruz


- Antonio Pedro (Niteroi) 2717-0148

R. Marques do Parana, 303 - Centro



Fonte: Instituto Vital Brasil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

8. Escorpiões ou Aranhas:

 

Primeiros Socorros:
 

•  Lavar o local da picada de preferência com água e sabão;

•  Levar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo para que possa receber o tratamento em tempo;

•  Se possível, levar o animal para identificação

 • Qualquer medicamento que seja deve ser receitado SOMENTE por MÉDICOS!


Postos de Atendimento

- Lourenço Jorge (Barra da Tijuca) 2431-1244 / 1818

Av. Ayrton Senna, 2000, Barra da Tijuca.


- Fundão (21) 2562-2562

Av. Brigadeiro Trompovsky, s/n. UFRJ - subsolo, sala SSNO2, Ilha do Fundão


- Inst Est de Infectologia São Sebastião (Caju) - 2580-8782

R. Carlos Seidel, Caju


- Hospital Estadual Pedro I (Santa Cruz) 2395-1202

Rua do Prado s/n - Santa Cruz


- Antonio Pedro (Niteroi) 2717-0148

R. Marques do Parana, 303 - Centro
 


Fonte: Instituto Vital Brasil

 

 

 

 

 

9. Dengue x Floresta

 

Muitas pessoas receiam ir à floresta com medo de contrair o dengue. Imaginam que lá seria o local ideal para ser picado pelo mosquito transmissor da doença que já causa pânico na população e com muita razão, pois o mosquito parece aumentar o seu poderio a cada ano.


Mas se no meio urbano isso acontece, nós que estamos sempre em contato com a natureza sabemos que esse risco é muito pequeno, pois são até raros os casos de dengue nos praticantes de caminhadas junto à natureza.


A explicação para isso acontecer é que alguns animais da floresta fazem o controle biológico do mosquito, sendo alguns, verdadeiros protetores do homem, que podem ser facilmente atraídos para junto de nossas casas.


Os focos do mosquito, que é urbano, estão quase sempre dentro de casa. Um foco é suficiente para a contaminação de várias residências.


Plantas podem atrair ou repelir os mosquitos. As bromélias, por exemplo, são plantas próprias para a criação de mosquitos, devemos afastá-las das casas, ou cercá-las com telas, ou melhor, deixá-las na natureza que é o seu melhor lugar.


O problema não se resolve simplesmente com a pulverização do carro “fumacê”, pois este acaba deixando um buraco na natureza, levando para a morte mosquitos, insetos diversos e predadores de insetos. O resultado é que o mosquito leva pouco tempo para crescer e os predadores muito mais tempo, propiciando mais ainda o aumento do número desses insetos.


Conhecendo-se os predadores, poderemos juntos combater mais eficazmente o mosquito e diminuir o dengue. Conheçam alguns deles.


Morcegos insetívoros - Moram em grandes colônias em grutas ou telhados de casas velhas, é inofensivo, não transmite a raiva, não ataca as pessoas e come milhares de insetos por noite. Voa junto às paredes, ocasião em que se nutre de diversos insetos junto às residências.


Andorinhas - Passam o dia se alimentando de insetos e dispensam qualquer apresentação, mas merecem um pequeno comentário: de que estão voltando a aparecer na nossa primavera depois de sumirem por algum tempo dos céus.


Maria-lavadeiras ou libélulas - prefere locais pantanosos onde se reproduz, mas é vista junto das piscinas e locais abertos, sem água, onde caça.


Lagartixa - Animal muito inofensivo e útil, é um incansável vigilante noturno das paredes das residências.

 

Pererecas, sapos e rãs - Vivem nas bromélias e na água, ou onde a umidade é constante. Apesar dos seus esforços, não conseguem ser muito eficientes, mas colaboram no que podem.

Peixes barrigudinhos, gupis e betas - São colocados em piscinas abandonadas, lagos e tanques para combater o mosquito comendo-lhes os ovos, caso o local esteja congestionado de plantas, eles não darão conta do trabalho, podendo mesmo na sua presença, haver foco de mosquitos.


Moscas caçadoras - Existem pelo menos dois tipos delas com comportamentos semelhantes; uma delas é verde-metálico, muito bonita, e insiste em ficar parada na nossa frente, ocasião em que está caçando e acaba levando um tapa nosso.


Estas moscas merecem todo o nosso carinho e atenção, assim como os demais animais citados aqui e toda a natureza de uma forma geral, que pagam pela nossa ignorância. Estas disputam entre si o melhor espaço para nos escoltar contra os mosquitos.


Beija-flores - Estes são os mais simpáticos e talvez os mais eficientes aliados contra o dengue nos perímetros urbanos.


O período crítico do dia para o ataque dos mosquitos é ao final da tarde, quando a “nuvem” de mosquitos após se reunirem se dispersam e invadem as residências. É nessa hora que os beija-flores costumam entrar em ação e acabam com a “nuvem” em segundos.


Adote a natureza como parceira, não mate qualquer animal sem saber porque ele vive, adote os parceiros citados acima, adote um beija-flor, ajude a combater o dengue e viver melhor.


Não esqueça de fazer a sua parte em casa.

Fonte: Instituto Terra Brasil

 

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